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À meia-noite, quando já os homens dormem, É então para nós que a lua brilha, Que para nós a estrela começa a cintilar; Vagueamos e cantamos E é então que gostamos de dançar. À meia-noite, quando já os homens dormem, Sobre prados, junto aos alnos, Buscamos o nosso lugar, Vagueamos e cantamos E dançamos um sonho de luar.
Porque o essencial é invisível aos olhos.
28 outubro 2008
Invocação a Odin
Hino à Eros
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Apolo do Arco Prateado
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Invocação de Pã
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26 outubro 2008
Invocação a Pã
Por Mark Simos
Se o corvo seus cabelos tingir
E sentar-se um rei escarlate
Na escada inclinada do coração
Então, oh, os espetáculos que lá você verá
O cristal se quebrando
Sob um penetrante olhar verde escuro
Um penetrante olhar verde escuro
de lagoas do mais profundo âmbar
Cerque seu castelo de urze branca
Ainda assim Pã encontrará seus aposentos
encha-o ate a borda, não diga quando,
beba ate faltar-se e beba novamente
Ouça o mar tonitroando
Encha-o ate a borda, não diga quando
É Pã que continua servindo
Mãos de nozes, os olhos de um urso
Aquele que busca as suas tristezas
Poderá achar a parte do leão
Com o mesmo fôlego ele atrai e avisa
O fogo que mantém o frio a distancia
é o mesmo fogo que queima
A chama que arde, a canção que mata
quando você ouve o que ela esta dizendo
deixe o pânico perseguir-nos no labirinto
pois Pã esta somente se divertindo
Encha-o ate a borda, não diga quando
Beba ate fartar-se e beba novamente
ouça o mar tonitroando
Encha-o ate a borda, não diga quando
É Pã que continua servindo
Observador misterioso com sobrancelhas emaranhadas
põe seu dedo em seus lábios
não mais ouviremos juras
de promessas que jamais guardaremos
nem do sonho secreto
que foge quando despertamos do sono
quando do sono despertamos
e nossos olhos esfregamos
para impedir que as lagrimas salgadas escorram
você pode cobrir os seus ouvidos para abafar os seus brados...
Entretanto é Pã que continua simplesmente chamando.
O Fogo Dentro do Seu Coração
Sou o fogo dentro do seu coração...
O desejo de sua Alma.
Sou o Caçador do Conhecimento e o Investigador da Indagação Sagrada
Eu, que estou na escuridão da luz, .
Sou Ela que você chama de Morte.
Eu, o Consorte e Companheiro Dela que nós adoramos,
Chamo-te diante de mim.
Atenda ao meu chamado amado,
Venha até mim e aprenda os segredos da morte e da paz.
Sou o milho na colheita e a fruta nas árvores.
Sou Ele que o conduz à casa.
Açoite e chama,
Lâmina e Sangue
São meus e presenteio-te.
Chame por mim na floresta selvagem e nos topos das montanhas e busque-me na Escuridão Luminosa.
Eu, que tenho sido chamado de
Pan,
Herne,
Osíris
e Hades,
Falo para ti e procuro por ti
Venha, dance e cante;
Venha vivo e sorria para observar.
Esta é minha adoração.
Vocês são minhas crianças e eu sou seu Pai.
Em asas de noite rápidas sou eu que os ponho no colo da Mãe.
Para renascere retornar novamente.
Você, que pensa me busca; saiba que sou o vento indomado, a fúria
da tempestade e a paixão em sua Alma.
Busque-me com orgulho e humildade, mas busque-me melhor com
carinho e força, pois este é o meu caminho e não amo o fraco e o temeroso.
Ouça meu chamado em longas noites de inverno
E juntos guardaremos a Terra Dela enquanto Ela dorme.
O Velho Cornífero
que é sempre jovem....
Eu sou aquele que abre as portas da vida e da morte,
os portais da aurora e os portais da noite.
Eu sou Kernunnos e Silvanus e Pan,
e a música da minha flauta está no ar
nas verdes florestas e nas colinas de verão.
Minha voz está no vento da meia-noite
e ebaixo das estrelas ela pronuncia as palavras de magia
em línguas ancestrais, esquecidas ou desconhecidas.
Eu inspiro o pânico, o medo e o desejo passional.
E apesar de eu mostrar a face de um crânio,
não haveria a manifestação da vida sem mim,
pois sem morte não pode haver renascimento.
A vida deve sempre subir em espirais, não pode parar.
Nós não podemos conhecer a luz sem as sombras,
nem as sombras sem a vida.
Portanto, não me tema , sob nenhum aspecto que você me veja:
a força e poder da masculinidade ou aquele que traz paz na morte.
Eu sou Lúcifer, o que traz a luz, e Amoun, o Escondido,
que usava os chifres espirais do carneiro na antiga Khem.
Eu sou o Deus de pés de bode dos bosques iluminados pelo som da Tessália,
a presença que era sentida na escuridão das cavernas sagradas
e na pedra fixa sobre a urze.
Eu sou o poder arrebatador da Vida
e aquele que traz a luz: mas sem Amor
eu não posso criar nada que perdure.
Então eu preciso da Deusa, assim como ela precisa de mim,
e no Grande Casamento Sagrado, o Êxtase Cósmico,
nós somos um.
Então, cultue a minha selvageria, conheça-me e regozije-se comigo,
irmãos e irmãs da Arte Mágica,
bruxas e bruxos, pagãos e bárbaros.
Pois eu trago o poder e a liberação,
liberdade de espírito que é verdadeira e eterna,
que ninguém pode negar a você
eternamente.
Por Doreen Valiente